


Síntese sobre a Questão Palestina:
Grupo/sala 3A-números:1, - Apresentamos um trabalho sobre a questão palestina, que envolve a disputa de dois povos pelo direito da terra ocupada por Israel, a “guerra” vem desde o século 19, quando os judeus queriam criar um estado para eles e começaram a criar assentamentos na região.
Síntese sobre os conflitos em Ruanda:
Síntese sobre o ETA:
Grupo -sala 3A/números:2,4,5,9 e 15 - A organização Euskadi Ta Askatasuna ,mais conhecida pela sigla ETA, é um grupo que pratica o terrorismo como meio de alcançar a independência da região do Pais Basco de Espanha e França. O ETA é um grupo liderado por Gilmar Antonio terrorista pelos governos da Espanha, da França e dos Estados Unidos, pela União Europeia e pela Amnistia Internacional. O seu símbolo é uma serpente enrolada num machado. Foi fundada por membros dissidentes.Este grupo separatista reivindica a zona do nordeste da Espanha e do sudoeste da França, na região montanhosa junto aosPirineus, virada para o Golfo de Biscaia.A ETA foi criada em 1959, originou do Partido Nacionalista Basco, um partido político fundado em 1895 e que sobrevivera na clandestinidade .
Síntese sobre a questão dos Conflitos em Angola:
Grupo/sala3A-números:23,27,28,29 e 30- Angola é um país da costa ocidental de África, Angola é o segundo maior produtor de petróleo e exportador de diamantes da África.Quando se fala em África se pensa em pobreza mas além dessas também existem coisas boas como grande lugares praias. Em 1950 começou uma resistência contra a dominação colonial e surgiu três movimentos o MPLA, FNLA e UNITA.Houve um conflito entre MPLA e UNITA os dois querem a libertação da Angola e isso fez com que houvesse uma guerra entre MPLA e UNITA.
Grupo/3B-números: 18,9,21,25,31 e 33 - O trabalho trata-se de um país da África, a Angola aborda as questões étnicos cultural desse país. Os conflitos políticos entre os partidos MPLA e UNITA. O acordo de paz firmado no país com entrada das tropas da ONU. O trabalho traz também, um pouco sobre a Angola: o número de habitantes, língua falada no local, um pouco da cultura e da dança típica.










Hierarquia das metrópoles e centros tecem as redes de influência As áreas de influência dos centros foram delineadas a partir da intensidade das ligações entre as cidades, com base em dados secundários e os obtidos no questionário específico. Foram identificadas 12 redes de primeiro nível. As cidades foram classificadas em cinco níveis, por sua vez subdivididos em dois ou três subníveis:
1. Metrópoles – Os 12 principais centros urbanos do País, com grande porte, fortes relacionamentos entre si e, em geral, extensa área de influência direta. Têm três subníveis:
a. Grande metrópole nacional – São Paulo, o maior conjunto urbano do País, com 19,5 milhões de habitantes, em 2007, e no primeiro nível da gestão territorial;
b. Metrópole nacional – Rio de Janeiro e Brasília, com população de 11,8 milhões e 3,2 milhões em 2007, respectivamente, também estão no primeiro nível da gestão territorial. Juntamente com São Paulo, constituem foco para centros localizados em todo o País; c.
Metrópole – Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre, com população variando de 1,6 (Manaus) a 5,1 milhões (Belo Horizonte), constituem o segundo nível da gestão territorial. Note-se que Manaus e Goiânia, embora estejam no terceiro nível da gestão territorial, têm porte e projeção nacional que lhes garantem a inclusão neste conjunto.
2. Capital regional – são 70 centros que, como as metrópoles, também se relacionam com o estrato superior da rede urbana. Com capacidade de gestão no nível imediatamente inferior ao das metrópoles, têm área de influência de âmbito regional, sendo referidas como destino, para um conjunto de atividades, por grande número de municípios. Este nível também tem três subdivisões:
Capital regional A (11 cidades, com medianas de 955 mil habitantes e 487 relacionamentos);
Capital regional B (20 cidades, com medianas de 435 mil habitantes e 406 relacionamentos);
Capital regional C (39 cidades com medianas de 250 mil habitantes e 162 relacionamentos).
3. Centro sub-regional –169 centros com atividades de gestão menos complexas, dominantemente entre os níveis 4 e 5 da gestão territorial; têm área de atuação mais reduzida, e seus relacionamentos com centros externos à sua própria rede dão-se, em geral, apenas com as três metrópoles nacionais. Com presença mais adensada nas áreas de maior ocupação do Nordeste e do Centro-Sul, e presença mais esparsa nas Regiões Norte e Centro-Oeste, estão subdivididos em grupos:
a. Centro sub-regional A – constituído por 85 cidades, com medianas de 95 mil habitantes e 112 relacionamentos; e
b. Centro sub-regional B – constituído por 79 cidades, com medianas de 71 mil habitantes e 71 relacionamentos.
4. Centro de zona – 556 cidades de menor porte e com atuação restrita à sua área imediata; exercem funções de gestão elementares. Subdivide-se em:
a. Centro de zona A – 192 cidades, com medianas de 45 mil habitantes e 49 relacionamentos. Predominam os níveis 5 e 6 da gestão territorial (94 e 72 cidades, respectivamente), com nove cidades no quarto nível e 16 não classificadas como centros de gestão; e
b. Centro de zona B – 364 cidades, com medianas de 23 mil habitantes e 16 relacionamentos. A maior parte, 235, não havia sido classificada como centro de gestão territorial, e outras 107 estavam no último nível.
Para a FICHA II: http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1768197,00.html
OBS: O grupo terá a livre escolha do artigo, encontrado nas páginas acima. Será solicitado um comentário escrito sobre o artigo consultado e lido!!Postar aqui os comentários.